
Bebida alcóolica
Pixabay
O primeiro caso registrado de bebidas alcoólicas adulteradas com metanol em São Paulo foi no dia 1º de setembro, mas os casos tomaram mais força desde a última sexta-feira (26).
As investigações apontam que diferentes tipos de bebidas adulteradas. Os destilados, que levam o nome por passarem por um processo de destilação responsável por concentrar o álcool e o sabor, ocupam o topo da lista.
Em especial, bebidas como whisky, gin e vodka são os principais alvos da adulteração. Não há diferença se foram ingeridas de forma pura ou misturada - como no caso de drinks, como caipirinha, gin tônica e whisky com energético e outros.
Segundo o Ministério da Saúde, até a manhã desta quarta-feira (1º), foram registrados 22 casos em todo o país, sendo sete confirmados e 15 em investigação.
Até o momento, outras quatro suspeitas foram descartadas. Um óbito já foi confirmado, enquanto outros quatro aguardam a confirmação.
Apesar do governo federal seguir considerando a possibilidade de intoxicação em outros estados do Brasil, todas as notificações contabilizadas são de São Paulo e aconteceram em diversas regiões, inclusive em bairros nobres da capital.
Uma das vítimas, que relatou ter consumido três caipirinhas de vodka em um bar na Zona Sul de São Paulo e teve cegueira horas depois, falou com exclusividade à TV Band.
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